sexta-feira, janeiro 15, 2010

Noite de despedida

Machinho é foda. Não consegue engolir o orgulho com alguns goles de cerveja e guarda rancor dos pegas mal resolvidos até o dia em que a cova chamar. Estou cansada de me limitar por causa da sua pretenciosa diplomacia, meu caro. E aquela criança feia peitando o colega pra deixar claro suas intenções. Eu digo: "Vá para a pqp!" As vezes eu penso que a única coisa que falta é mijar em cima da mulher pra marcar território, se é que já não o fez. Vai, vai contar tua versão.

Agora eu, que o amo de mais, tenho que tirar o chapéu por sua constante paciência e sensatez - que em algumas ocasiões me falta, e muito. Acabei não fazendo o que queria, vero, mas me diverti com a parsimonia de uma quinta-feira de despedida, seja com os velhos amigos do Herr Capella, ou com a finíssima teixeira e talves o simpático suéco que passava as férias com os seus exóticos "brasileiros".

Tudo é uma questão de... sei lá, nao interessa. Hoje estou indo ver minha família... isto que importa!

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