quarta-feira, junho 23, 2010

... uma cor abissal.

Cheguei em casa a menos de uma hora (aleluia), e a primeira coisa que fiz foi tirar as botas e jogar o corpo pesado e tenso, de tanto sobe-e-desce, sobre a cama. Talvez acariciar um pouco o bichano que prontamente se instalou sobre meu peito, exigindo atenção. Embora o estômago relute em não sarar, nos lábios eu sinto um sorriso escondido, que por algum motivo não sai... apenas acalma e me faz pensar que talvez a vida não seja tão complicada e tenebrosa sem os "velhos costumes". Ela sabe. Tudo, desde domingo, tem sido difícil, desafiador, mas novo.

Conversas esdrúxulas, colegas novos, pinturas, esculturas, achocolatados de caixinha, nariz de rena, amizades resgatadas, extraterrestres, cinema, choros, confições entre um coração retalhado e outro deveras orgulhoso... Este foi meu dia.

Wundershön.

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