terça-feira, julho 13, 2010

um prazer

... escrevi. Escrevi palavra-por-palavra nos cantos em branco do livro, nos rodapés, em qualquer vazio pra não esquecer mais. Vomitei aquela bile fermentada de anos, cheia de palavras indigestas até consumir o efeito da "droga". Apaguei a luzinha do assento 21, guardando um punhado de amor próprio no bolso do casaco e dormi enfim.

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