terça-feira, agosto 17, 2010

a velha faca continua afiada

...quis chorar. Apesar de tudo, eu continuei sendo Pâmela. E por mais que machuque, que evoque demônios antigos que sabem onde a ferida sangra, não vou abrir mão do bonito e humano que há dentro de mim pra esquecer uma época importante na minha vida. Por nada nesse mundo, vou atirar meus pedaços esfarrapados ao gozo do passado superado... continuarei zelando com o mesmo amor, por tudo aquilo que me mantem viva hoje.

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