domingo, janeiro 08, 2012

Parabéns Stephan Hawking! E ah... Melissa, sim. Melissa.

Segundo relatos, fui acordada cedo de mais com um copo de suco de laranja fresquinho e uma irmã me enchendo de beijos e abraços nojentos enquanto eu resmungava semi-viva: "deve ter sido horrível em Brasília pra tu estar assim". Não me lembro. Só lembro de ter ajudado mãe a encher milhões de balões rosa fucsia no quarto da Me, e feito negrinhos e branquinhos e bolo de café com chantilly e comprado refri pro aniver de 21 aninhos dela. Porque aqui a gente gosta de salientar, da forma mais satírica, que filhos serão sempre crianças aos olhos dos pais. E hoje ela voltou e me encheu de beijinhos que eu (graças aos bons deuses) nem senti.
Ok, toda vez que alguém vai embora a gente sente sim. De mais. E deve ter sido uma barra aguentarem sem a Pâme durante todos esses anos, por mais chata e metida e bocaberta que eu seja. Faz parte. Eu odeio beijinhos e abraços e mimizices, quem me conhece sabe, mas o dia hoje espirrou pózinho de pirilim-pim-pim em mim. Tivemos conversas de comadre na cozinha e quase cheguei a me dar bem com o namorado dela. Quase.

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